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Na década de 60 o Brasil estava mergulhado numa fase histórica, onde o governo eoposição utilizavam de todos os recursos para impor suas vontades. Em meio ao caos organizado pelo regime de governo militar algumas ações foram realizadas pensando no bem comum da sociedade, nas classes menos favorecidas.

Foi assim que João Guido e sua esposa Dona Beatriz Guido, respectivamente prefeito e primeira dama de Uberaba, decidiram, em 1967, a ajudar pessoas carentes congregando freqüentadores das paróquias da cidade. Uma reunião para expor à comunidade o objetivo de dar assistência às famílias carentes foi convocada. Estava formada a Legião de Assistência Cristã (LAC).        

  Neste tempo, chegou a Uberaba o bispo Dom José Pedro Costa, trazendo diferentes experiências no setor social. Com essa experiência, a diretoria da LAC resolveu dar um tempo nas distribuições de alimentos e mudar toda sua estrutura de projeto que, até então, tinha como meta preservar a promoção humana, para pensar no bem da criança.

  O prefeito João Guido doou um terreno para a construção de uma sede para abrigar esses meninos. Os recursos para construir a instituição vieram da MISEREOR , instituição católica da Alemanha, e das serenatas que dona Abgail junto com um grupo de moças e rapazes realizava. Os agraciados com música ofereciam um donativo à Casa.

   Em 1972, Beatriz de Moura Telles Guido e Abigail Miranda resolveram a partir da Legião de Assistência Cristã fundar a Casa do Menino, com a finalidade de atender os adolescentes que por terem problemas com a justiça eram conduzidos à cadeia de Uberaba. A Casa do Menino começou a funcionar no dia 24 de novembro de 1975, com sete adolescentes internos encaminhados pelo Juizado de Menores. Eram egressos ou fugitivos da cadeia, mas que foram convidados a participar do programa.

 Hoje, 26 adolescentes em situação de risco, com idades entre 12 e 18 anos, são atendidos em regime sócio-educativo e semi-aberto. Há ainda jovens de ambos os sexos, que recebem orientações psicológicas, participam de projetos sociais, culturais e fortalecem a espiritualidade juntamente com suas famílias, tornando-se mais aptos, inclusive, para o mercado de trabalho, pois recebem qualificação profissional.


Missão: Promover a defesa dos direitos e o exercicio da cidadania de adolescentes em situação de risco, propiciando, por meio de um trabalho sócio-educativo, oportunidades para o preenchimento de lacunas em sua formação intelectual e moral, assegurando, desse modo, a sua permanência na escola regular e a sua inserção no mundo do trabalho.

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